À Vitória-Régia

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(TEXTO INCOMPLETO)

À Vitória-Régia.

Olá.

Há muito tempo tenho tentado reunir as palavras certas para tentar descrever o que você significa para mim. Sei que isso será uma tarefa quase impossível devido às inúmeras sensações que me invadem quando penso, estou ou me recordo de você. Cada momento tem sido único. Cada intensidade, irrepetível.

Por mais que eu entenda que pessoas são únicas e, em sua peculiaridade, demasiadamente diferentes umas das outras, você me parece ser a mais singular. Sinto isso não porque a amo, mas porque você me ama com um amor simples, puro, abnegado e incondicional mesmo que, aparentemente, existam algumas condições para que este amor seja meu.

Fiz parte da vida de algumas pessoas – todas especiais em suas peculiaridades -, mas nenhuma que pudesse ser comparada a você, principalmente porque nenhuma fizera parte de minha vida. Águas que não movem este moinho.

A que comparar você?

O mero desejo de descrevê-la não fará jus ao que é na essência.

Como já disseram, “o essencial é invisível ao olhos”. Assim, em um esforço incondizente com a realidade, começarei com o que é visível aos olhos.

Você é muito mais que bonita e sabe disso:

Não bastando sua beleza física, sua presença jamais passa despercebida. Não há quem deixe de notar quando você chega. Sua influência pessoal hipnotiza a qualquer um que olhe para você: homens e mulheres. Não poucas vezes percebi isso em todos os ambientes em que estava. Jamais vi tal coisa acontecer na companhia de quem quer que fosse. Sempre comparei. Nunca encontrei.

Seus cabelos sempre foram sua coroa de resplendor e continuam a afirmar o se espalha por todo seu corpo: você é mulher de verdade.

Não é mulher apenas por ser do sexo feminino, mas por ser feminina, sensual e, ao mesmo tempo, extremamente selvagem na essência.

Sim, selvagem. O tipo único de mulher, que não é menina ou uma mulherzinha qualquer. Mulher que, como já ouvi dizer, “é muita areia para meu caminhãozinho”. Mas quem precisa de um caminhão quando se pode estar completamente descansado no areal?

Em raras ocasiões, notei um olhar que em nada corresponde a toda ternura e inocência transmitidas por seus olhos quando estes se dirigem a mim. Quando isso acontece, entendo, em parte, o que significa graça: o único presente que ganhamos por não merecer. E, por não merecer e ganhar, sinto-me maravilhosamente constrangido a tentar retribuir toda a afeição, todo o cuidado, toda a ternura e todo o amor que recebo de você.

Este está muito longe de ser um de meus melhores textos, porém, é o que mais se aproxima do que queima aqui dentro de meu peito.

Muito em breve – e anseio por demais por esse momento, como nunca em qualquer outro momento de minha vida – sei que a expressão maior de tudo o que representa para mim estará entre nós “e, assim, nosso mundo estará completo”.

Amo você, minha mulher, a mais bonita e completa.

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De Perto Ninguém É Normal.

Normal

DE PERTO NINGUÉM É NORMAL

Vistos do alto,  somos todos aparentemente iguais. Porém, um olhar mais atento, com maior aproximação, nos revela, por vezes, diferenças gritantes. O “som” é tão alto que existe a necessidade de um esforço maior de nossa parte para enxergar/escutar além do óbvio.

Um bom exemplo disso é a internet. Aqui você encontra pessoas que são outras pessoas por uma infinidade de razões, tanto boas quanto ruins. Você se lembra do caso daAmanda Todd?

Há também nosso próprio olhar que nos ajudar prejulgar o que e quem quer que seja: se essa pessoa ou coisa se encaixa em nossos padrões, sim, ela é normal e nos faz bem. Se não, está descartada. Atribuímos-lhe um valor que não tem ou retiramos o que tem. E frequentemente nos arrependemos para mal ou para bem (se ainda não o fez, veja o post.  A feiura está nos olhos de quem vê e reflita um pouco).

Agora que já refletiu, talvez esteja mais preparado para o que vem mais adiante neste texto.

Independente da situação em que se encontra, você tem padrões, modelos, conceitos e preconceitos que ditam o que é bom ou ruim, apesar de toda a subjetividade que envolve estes assuntos.

Como no vídeo a que assistiu, eu e você julgamos assim: de perto. Contudo, se pensar um pouquinho perceberá que a mesma situação, vista de outra perspectiva, que nos inundasse em empatia, iria nos dar a sensação de que faríamos diferente.

Como ilustração, permita-me compartilhar com você uma experiência que tive há alguns anos ao assistir a um noticiário que fazia cobertura da prisão de um estuprador.

Após assistir o início da reportagem, inflamado pelo apresentador, achei ser mais do que justo o bandido ser apresentado daquela forma: sujo, com olhos inchados por ter apanhado, com algumas escoriações da mesma surra que levou dos policiais e vestindo apenas uma calcinha. Isso mesmo: uma calcinha! Achei um castigo merecido, afinal ele fora apanhado com “a mão na massa”. A moça só não fora estuprada por causa da intervenção dos policiais. O criminoso estava nu em cima dela quando foi preso.

Tenho quase certeza de que você se juntaria a mim na indignação contra o estuprador.

O problema foi ter acompanhado a reportagem até o final.

Somos seres mais emocionais que racionais e isto não é bom nem ruim. É neutro. O que fazemos com as emoções e a razão, segundo nossa perspectiva, que é o problema.

Algumas vezes, as mesmas emoções que nos levam a odiar um desconhecido fazem-nos justificar alguém relacionado a nós com quem verdadeiramente nos importamos.

Tudo bem, voltemos à história do quase estupro. Depois de receber o pagamento à vista por sua ação, ao ser levado somente de calcinha e diante de várias pessoas e repórteres que ali se encontravam, o ser humano começou a chorar copiosamente. Neste instante, percebendo sua dor, seu desespero, angústia e medo, tive compaixão dele. Não estou ignorando o que estava prestes a fazer. Agora não estou falando do estuprador ou do bandido ou do criminoso ou ainda do monstro. Estou falando do ser humano.

Percebi, naquele momento, que minhas percepções, que são baseadas em minha emoção e em minha razão fazem de mim um ser dúbio. Está bem, sei que isso não é novidade alguma. Todos nós somos assim, aceitemos ou não.

Lembra-se do que está escrito na página inicial deste Blog a respeito de verdades absolutas condicionais e incondicionais? Pois bem, continuemos.

Em algum momento, mesmo aquele criminoso precisava de misericórdia e compaixão e, sim, estas duas coisas são dadas a quem não merece por isso têm esses nomes.

Quando usamos um transporte público qualquer – e aqui vamos pegar o metrô – nos deparamos com centenas de pessoas diariamente que, em princípio, não significam coisa alguma para nós. Rostos apáticos e desconhecidos, que ficam alguns minutos diante nós (ou muitos, dependendo da distância entre sua casa e seu trabalho), desaparecem de nossas mentes como em um passe de mágica simplesmente porque não fazem parte de qualquer coisa relacionada a nós ou que possa se relacionar.

Entretanto, se algo que pode nos conectar acontecer, mudamos o curso de uma história ou de várias. Passamos, então, a notar que não somos tão iguais assim e essa diferença nos encanta, atrai, desperta a curiosidade, impele, revela, corrompe e… deixe-me parar por aqui.

O que estou tentando dizer é que, quando trazemos alguém para perto de nós – voluntariamente, diga-se de passagem – colocamos sobre esta pessoa o que somos idealisticamente falando e, geralmente, vemos o que gostaríamos de ver. Quando isso acontece, de perto, todo mundo é surreal. A pessoa nos encanta, atrai… ok, ok. Sei que você já me entendeu. É tudo tão fantástico, não é mesmo?

Pois é, a danada da perspectiva vai sofrer mutações novamente.

Você lembra quando disse lá em cima que julgamos de perto? Pois bem, às vezes, mesmo quando estamos fisicamente perto, mantemo-nos distantes por acharmos ser muito trabalhoso conhecer o outro e, de fato, o é. O outro é diferente de nós e se esta diferença não for algo que nos atraia, nos repele. Assim, não nos damos a oportunidade de mudar histórias de uma forma consciente. Isso acontece porque, a menos que haja algum interesse de nossa parte na pessoa ou coisa em questão, não vamos além do superficial. Afinal, estamos todos sempre muito ocupados. Mas já parou para pensar que toda essa superficialidade realmente nos incomoda quando é direcionada a nós? É quando VOCÊ é visto de perto por alguém que não faz questão de que você esteja perto. Fisicamente perto, mas emocionalmente distante.

Aqui a razão não tem uma voz muita ativa. Talvez ela até tente, mas não consegue falar mais alto que as emoções que inicialmente nos fizeram rejeitar ou rejeitados. É ironicamente engraçado pensar que, às vezes, fazemos exatamente o que outra pessoa fez e nos magoou e chateou.

Por que será que isso acontece assim?

Acho que é por causa da “proximidade distante” de que tenho falado neste texto. Talvez as pessoas tenham se tornado tão próximas que perderam a noção do que é realmente importante: viver. Viver um tipo de vida que tornaria a presença e companhia um do outro algo único e precioso. Viver de forma a entender que o mesmo erro/defeito de um não pode encontrar qualquer tipo de justificativa quando sou eu que erro.

Você escolhe como quer ver as coisas e as pessoas. Não seja indiferente com quem é diferente de você. Fazendo assim, você atrairá pessoas, situações e condições favoráveis a torná-lo uma pessoa melhor.

Somos todos diferentes e esta diferença é que nos faz complementares.

Aproveite tudo. Aproveite a vida.

Seis Lições Para A Vida (original em inglês)

  • SIX LESSONS OF LIFE
    Lesson 1: Naked Wife
    A man is getting into the shower just as his wife is finishing up her shower when the doorbell rings. The wife quickly wraps herself in a towel and runs downstairs. When she opens the door, there stands Bob, the next door neighbor. Before she says a word, Bob says, “I’ll give you $800 to drop that towel.” After thinking for a moment, the woman drops her towel and stands naked in front of Bob.After a few seconds, Bob hands her $800 dollars and leaves. The woman wraps back up in the towel and goes back upstairs. When she gets to the bathroom, her husband asks,…“Who was that?” “It was Bob the next door neighbor,” she replies. “Great!” the husband says, “Did he say anything about the $800 he owes me?”Moral of the story:
    If you share critical information pertaining to credit and risk with your shareholders in time, you may be in a position to prevent avoidable exposure.

    “Lesson 2”

    A sales rep, an administration clerk, and the manager are walking to lunch when they find an antique oil lamp. They rub it and a Genie comes out. The Genie says, “I’ll give each of you just one wish” “Me first! Me first!” says the administration clerk. “I want to be in the Bahamas, driving a speedboat, without a care in the world.” Poof! She’s gone. “Me next! Me next!” says the sales rep. “I want to be in Hawaii,relaxing on the beach with my personal masseuse, an endless supply of Pina Coladas and the love of my life.” Poof! He’s gone. “OK, you’re up,” the Genie says to the manager. The manager says, “I want those two back in the office after lunch.”

    Moral of the story: Always let your boss have the first say

    “Lesson 3”

    A priest offered a lift to a Nun. She got in and crossed her legs, forcing her gown to reveal a leg. The priest nearly had an accident. After controlling the car, he stealthily slid his hand up her leg. The nun said,”Father, remember Psalm 129?” The priest removed his hand. But,changing gears, he let his hand slide up her leg again. The nun once again said, “Father, remember Psalm 129?” The priest apologized “Sorry sister but the flesh is weak.” Arriving at the convent, the nun went on her way. On his arrival at the church, the priest rushed to look up Psalm 129. It said, “Go forth and seek, further up, you will find glory.”

    Moral of the story: If you are not well informed in your job, you might miss a great opportunity

    “Lesson 4”

    A crow was sitting on a tree, doing nothing all day. A rabbit asked him,”Can I also sit like you and do nothing all day long?” The crow answered: “Sure, why not.” So, the rabbit sat on the ground below the crow, and rested.

    …A fox jumped on the rabbit and ate it.

    Moral of the story: To be sitting and doing nothing, you must be sitting very high up

    “Lesson 5: Power of Charisma”

    A turkey was chatting with a bull “I would love to be able to get to the top of that tree,” sighed the turkey, but I haven’t got the energy.” “Well, why don’t you nibble on my droppings?” replied the bull. “They’re packed with nutrients.” The turkey pecked at a lump of dung and found that it gave him enough strength to reach the lowest branch of the tree. The next day, after eating some more dung, he reached the second branch. Finally after a fourth night, there he was proudly perched at the top of the tree. Soon he was spotted by a farmer, who shot the turkey out of the tree.

    Moral of the story: Bullshit might get you to the top, but it wont keep you there

    Lesson 6

    A little bird was flying south for the winter. It was so cold the bird froze and fell to the ground into a large field. While he was lying there, a cow came by and dropped some dung on him. As the frozen bird lay there in the pile of cow dung, he began to realize how warm he was. The dung was actually thawing him out! He lay there all warm and happy, and soon began to sing for joy. A passing cat heard the bird singing and came to investigate. Following the sound, the cat discovered the bird under the pile of cow dung, and promptly dug him out and ate him.

    Moral of the story:
    1. Not everyone who shits on you is your enemy
    2. Not everyone who gets you out of shit is your friend
    3. And when you’re in deep shit, it’s best to keep your mouth shut !

    – Jay Sedhani

Perdoar É Preciso

Texto de Miriam Barros, Psicóloga, sob o título “Guardar mágoas traz prejuízos à saúde de nosso corpo. Perdoar evita o estresse e economiza nossas energias”, publicado no portal MSN, em 20/06/2011.

Quando alguém nos desaponta, nos fere, quando perdemos algo importante ou sofremos alguma injustiça, a raiva e a indignação são sentimentos normais, mas o problema é quando esses sentimentos se transformam em mágoa e amargura. No livro “O poder do perdão”, o psiquiatra americano Fred Luskin, apresenta a sua experiência e estudos sobre esse tema. Ele demonstra que o processo de perdoar pode ser treinado e desenvolvido. Ele utiliza a metáfora de um aeroporto, que está com o tráfego aéreo congestionado, para explicar como fica a mente de uma pessoa, sobrecarregada pelas mágoas. Cada avião que está no ar é comparado a uma mágoa, que enquanto não pousa, fica exigindo energia e exaurindo os seus recursos.

Quando guardamos uma mágoa e pensamos na dor que sofremos, o cérebro reage como se estivéssemos em perigo naquele momento. Ele produz substâncias químicas ligadas ao estresse, que limitam as nossas ações. A parte pensante do cérebro fica limitada, é quando agimos sem pensar para nos livrarmos da sensação de perigo.

Portanto, a mágoa consome muita energia, pois cada vez que contamos o que aconteceu, os mesmos sentimentos são desencadeados. O cérebro não sabe distinguir se aquela traição ou agressão aconteceu agora ou há três anos.

Assim como escolhemos o canal de TV que queremos assistir, também podemos aprender a escolher qual o “canal” que estará passando na nossa mente. Podemos escolher pensar no quanto fomos vítimas, o quanto fomos machucados, e com isso perpetuar o nosso sofrimento ou podemos escolher pensar no quanto fomos fortes para sobreviver ao que aconteceu e mudar o nosso foco. Não significa que devamos passar por cima da tristeza, da dor e da raiva que sentimos, mas precisamos aprender que existe um tempo para esses sentimentos.

Uma forma de mudarmos o “canal” da nossa mente é pensar em como podemos mudar a história da nossa dor. Qual a história que contamos para nós mesmos sobre o que nos aconteceu?

Relembrar o fato, falar disso inúmeras vezes, ficar no lugar de “vítimas” dentro da história que contamos, nos dá a sensação de que o sofrimento que passamos não será esquecido e que se abandonarmos esse lugar, quem nos fez sofrer ficará liberado de pagar pelo que fez. Mas, conservar a mágoa, nos mantém ligados de forma ineficaz à pessoa que nos fez sofrer.

O outro provavelmente não está sofrendo, nem mais e nem menos, só porque mantemos a mágoa dentro de nós.

Cada vez que contamos a história da nossa dor, ressaltando o quanto fomos vitimas daquela pessoa e enfatizando o quanto ela foi cruel conosco, continuamos dando poder a ela. Ficamos presos num papel que não deveria ser mais o nosso. Precisamos ultrapassar esse momento, precisamos nos curar.

Que tal parar um pouco e reformular a história da nossa dor? Sem forçar acontecimentos ou inocentar ninguém, mas colocando um foco nas nossas atitudes, no que fizemos e podemos fazer de construtivo diante do que aconteceu.

Se este texto ajudou você de alguma forma, deixe um comentário abaixo.

Unhas, by Lívia Pereira

Mais um texto fantástico de minha amiga Lívia

Unhas

Roí minhas unhas ao vê-lo voltar
Roí sem saber onde/como te olhar
Cantar cantei
Cantou o cantar
Mas cantei tuas unhas a me arranhar

Costas e corpo
ao vê-lo aqui
Encostas do copo
que teima insistir

Retorna ao teu mundo
Me tira daqui
Retorna ou me entrego
e te forço a fugir…

Lívia Pereira.

O que é clichê?

Dentre as muitas definições encontradas nos dicionários, clichê significa frase frequentemente rebuscada que se banaliza por ser muito repetida; lugar-comum, chavão. Sim, clichê é isso. Porém, que significado tem esta palavra em sua vida? Isso mesmo: em sua vida.

Você já se viu em situações de profunda angústia, solidão e depressão das quais um ombro –  que nunca se apresentou, uma companhia – que nunca esteve lá ou uma simples palavra – que nunca foi dita, tirariam você? Naquele momento em particular, o que seria clichê se torna algo valiosíssimo. Algo que lhe faria trocar o que de mais precioso você possuísse, simplesmente para acabar com o sofrimento.

Quando passamos por situações assim, vemos o mundo a nossa volta sob a perspectiva de quem precisa, o que nos faz, enquanto durar o sofrimento, entender o que significa dor. Isso nos deixa extremamente sensíveis e suscetíveis a toda e qualquer ajuda a que, muitas vezes, mendigamos.

Quando não passamos por isso, porém, rotulamos o que outro sente como clichê e que, se ele se esforçar um pouquinho, conseguirá dar a volta por cima. É justamente neste momento que passamos por cima do outro, mesmo sabendo que não gostaríamos que fosse assim com nós mesmos. Afinal, lá no fundo – e espero que aí não seja tão fundo assim, sabemos o que devemos fazer. Sabemos que podemos caminhar mais um pouco, ser mais tolerantes.

Gosto de pensar nisso como o momento do travesseiro. Aquele momento no qual você não precisa usar qualquer tipo de máscara. Você é você mesmo. Aquele você que ninguém mais conhece, o qual você tenta evitar como pode, mas que está sempre ali, principalmente quando você vai dormir. Ele sempre lhe faz revisar suas ações, sua vida. E à conclusão somente você pode chegar.

Às vezes ele fala mais baixo e você acha que está tudo bem, que ele foi embora. Outras vezes, fala tão alto que você não consegue impedi-lo de gritar dentro de sua cabeça.

Seja como for para você, viva uma vida consciente. Envolva-se. Doe-se. Ande mais uma milha se for necessário.

Compreendo que não é fácil – ninguém disse que seria. No entanto, é simples. Simples assim. Tome isso como um exercício, um desafio. Quanto mais se exercitar, mais facilmente conseguirá atingir seus objetivos.

Não fique sozinho. Conte conosco!

Aproveite Tudo. Aproveite a Vida.